segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

Prefiro mesmo não pensar nisso, já passou. Prefiro não pensar que poderei estar a gostar ou que poderia até ter ido por outros caminhos. Também já não importa. É bom poder deixar partir. É bom esquecer isto.

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Cuidas e derretes corações da forma mais natural que já vi. Amo-te ♥

sábado, 24 de novembro de 2012

Perdi a noção, de há uns tempos para cá, do que é viver sem ti embora continue a respeitar todo o teu espaço. Toda a tua vida para além de mim.

sábado, 17 de novembro de 2012

Por muito que ainda te queira encontrar, por muito que ainda te queira encontrar por aí, como antigamente acontecia. Tu desapareceste. Por entre todos aqueles arco-íris do céu, tu desapareceste.

sábado, 10 de novembro de 2012


Onde estás? Já há imenso tempo que não te encontro, meu pequeno arco-íris.

sábado, 27 de outubro de 2012

Quando olho para tudo o que sempre foste, umas vezes continuas a ser tu, outras vezes é(s) uma pessoa nova que nem tenho a certeza se alguma vez vi. 
Mesmo que não queira, isso deixa-me de certo modo assustada.
E umas vezes tenho vontade de te agarrar e outras de fingir que nem me estou a aperceber de como estás a reagir.
A sensação que por vezes tenho que afinal os teus valores e princípios já não são os mesmos... Meu amor, desculpa-me, mas faz-me sentir que estou a perder, que estamos a perder o que é tão nosso (e outrora, ninguém entendia).

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

A energia do corpo é um contante e invitável arrepio. E tu meu amor, fala-me de ti!

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Na verdade, por muito que não criemos expectativas sobre uma pessoa é normal que ela acabe por nos desapontar. Mesmo que na nossa não-expectativa... Ok, mas isso já é uma forma de expectar...

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Os erros são para ver que falhamos e não para os voltar a repetir vezes sem conta. Abraça-me. Abraça-me! Sempre que me abraças o meu coração enche-se de paz e de recordações boas.
Avó 

domingo, 30 de setembro de 2012

Não consigo mais esconder tudo aquilo que se está a passar, não consigo simplesmente.
Já te sei responder ao porquê "daquela" nossa conversa...
É-me simples responder-te agora: as pessoas fazem "isso" não pelo facto de estarem deprimidas mas sim quando deixam de ter amor próprio. Quando alguém em quem elas confiaram, depois de tantas desilusões por partes de outrem, se está a desmoronar outra vez sobre elas.
Elas voltaram a confiar e descobrem passado algum tempo que tudo se tornou mentira, outra vez, nomeadamente metendo em questão se realmente elas são aquilo que pensam ser ou aquilo que o outro tentou que elas entendessem que eram.
E mesmo que aquilo que outro disse fosse mais uma mentira, confiou-se tanto tempo nas supostas verdades por o outro ditas que, ingenuamente ou por burrice cai-se mais uma vez e é mais fácil acreditar na pessoa que se dizia fiel não para sempre mas para todos os dias enquanto os houvesse do que em nós próprios frágeis  indefesos, a precisar apenas de um "pára com isso, dá-me um abraço, oupa!"

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Muitas vezes precisei apenas de um abraço. Muitas vezes precisei de silêncio.  Muitas vezes precisei de chorar...E agora consegui "substituir-te" por algo que me faz sentir bem melhor, um chão onde o buraco é cada vez mais fundo.

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

(...) Nesta altura tinha saudades tuas, ligava-te todos os dias, queria marcar cafés contigo, queria ver-te e poder abraçar-te. Queria poder escrever-te uma carta apenas a dizer "fui, mas vou voltar sempre e se já não estiveres aqui, eu procuro-te, prometo". Mas hoje, finjo não ter saudades tuas e conformar-me que foste embora...

terça-feira, 25 de setembro de 2012





Queria tanto poder-te abraçar, pois a minha mãe sempre me disse: "abraça o que te faz feliz"

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

O dia de amanhã será igual ao de hoje, irei magoar-me, todos os dias, até parar de doer.
Sai! Saí daqui, por favor! Conseguiste o que querias, agora vai embora com a taça na mão, vai!

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Apesar de sempre ter acreditado que nunca era tarde, no teu caso penso que descobri demasiado tarde que eras um capítulo fechado na minha vida, um capítulo que nem chegou a existir. Quando não sabemos a diferença entre fictício e realidade apenas nos magoamos. 
Desta vez não vou voltar atrás e vou sempre lembrar-me dos dias menos bons apenas porque ambos sabemos que o erro já foi cometido diversas vezes de mil e uma formas que vão sempre levar ao mesmo.

Quando achamos que já vivemos tudo numa amizade, é mentira. 
É só apenas mais uma mentira!

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Talvez os gritos cruéis e dolorosos do céu levaram-te para longe. Talvez eu não tenha possuído mesmo nada, talvez estivesse a sonhar e era urgente agora levantar-me do chão e voltar sentar-me... Repetir este acto imensas vezes, as necessárias para me sentir exausta, exausta o suficiente para poder descansar e não para saber que aquele cansaço todo se devia a ti. Poder abraçar o meu próprio corpo e de longe, finalmente ver tudo acontecer. Deixasse que fosse mesmo assim, que aquilo me fosse muito distante. Que tu me fosses mesmo muito distante.
É verdade, esqueceste-te aqui do teu coração, caso não te lembres!
Sem nos darmos conta estamos a destruir aquilo que temos. Mas ultimamente leva-me a crer ser tão "natural" acontecer isso que parece não haver forma de lutar contra tal destruição.
Onde foste? O que é feito de ti?